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Servidores Públicos Federais estão(?) em campanha para reposição salarial emergencial

O Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais está capitaneando a organização da campanha para reposição salarial da ordem de 19,99%, valor exato do cálculo realizado pelas entidades relativoas às perdas com o governo atual. Como é de costume, não se consegue foco no que de fato é importante, que é o salário de fome da carreira

Assim sendo, a pauta de reivindicações é a que segue:
1) Recomposição salarial imediata de 19,99%, para todos e todas servidores e servidoras; 
2) Arquivamento da PEC 32; 
3) Revogação da Emenda Constitucional 95.

 O governo não se dignou a responder, nem para dizer "não".

Vergonha pouca é bobagem, a entidade ativou o modo "súplica" e desta forma rogou intercessão ao senado, através do ofício cuja leitura integral pode ser feita no site do SINASEFE ou diretamente pelo link aqui. A leitura é triste, dada a linguagem do documento.


PEC 271/2013 unifica valores de benefícios entre o funcionalismo

A PEC 271/2013 acrescenta o art. 37-A na Constituição Federal dispondo sobre o valor das verbas indenizatórias pagas aos servidores públicos da União. Em outras palavras, unifica os valores pagos ao funcionalismo a título de indenização, tais como auxílio creche, auxílio alimentação.

Histórico:
10/06/2014: Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania ( CCJC ) - 14:30 Reunião Deliberativa Ordinária. Retirada de pauta, de ofício, por acordo.

PL 247/2014 prevê que restituição do IR seja corrigida desde janeiro

Uma proposta em discussão no Congresso Nacional pode aumentar o valor da tão esperada restituição do Imposto de Renda (IR) das pessoas físicas. O projeto, de autoria do senador Waldemir Moka (PMDB-MS), prevê que a restituição passe a ser corrigida pela Selic, a taxa básica de juros, atualmente em 11,25% ao ano, a partir de 1º de janeiro do ano em que a declaração do IR for entregue. Hoje, a devolução do imposto é corrigida pela Selic a partir de maio, mês seguinte ao fim do acerto de contas com o Leão.

Leia na íntegra o PL 247/2014.

Histórico: 14/08/2014 - Aguardando distribuição.

RE 565089/2007 Data-base dos servidores na pauta do STF

O ​Recurso Extraordinário n. 565089​ teve início no Supremo em 1º/10/2007, com distribuição ao Ministro Marco Aurélio, que como relator proferiu voto favorável na sessão de 09/06/2011, ocasião em​ que a Ministra Cármen Lúcia pediu vista. Assim, em 03/04/2014, quase três anos depois, o voto-vista da Ministra foi apresentado provendo o recurso, ​seguido do voto contrário do Ministro Roberto Barroso, mas​ nessa mesma sessão​ pedi​u​ vista o Ministro Teori, que pelos padrões do STF foi até rápido na confecção do seu​ voto-vista, levou pouco mais de cinco meses.

Na seção de 02 de outubro o processo oxigenou, mas infelizmente foram três votos contrários contra um favorável. e novamente um pedido de vistas, dessa vez do ministro Dias Toffoli, parou o andamento do processo.


09/06/2011 - Marco Aurélio - Voto favorável
09/06/2011 - Carmén Lucia - Vista 

(...3 anos parado...)

03/04/2014 - Carmén Lucia - Voto favorável
03/04/2014 - Roberto Barroso - Voto contrário
03/04/2014 - Teori Zavascki- Vista

(...5 meses parado...)

02/10/2014 - Teori Zavascki- Voto contrário
02/10/2014 - Rosa Weber - Voto contrário 
02/10/2014 - Gilmar Mendes - Voto contrário 
02/10/2014 - Luiz Fux - Voto favorável
02/10/2014 - Dias Toffoli - Vista


Ministro Ricardo Lewandowski - Presidente
Ministra Cármen Lúcia - Vice-Presidente
Ministro Celso de Mello - Decano
Ministro Marco Aurélio
Ministro Gilmar Mendes
Ministro Dias Toffoli
Ministro Luiz Fux
Ministra Rosa Weber
Ministro Teori Zavascki
Ministro Roberto Barroso

Placar:
Favoráveis 3 x 4 Contrários

Em 2015, servidores federais terão apenas aumento já programado


Os ministros do Planejamento, Miriam Belchior, e da Fazenda, Guido Mantega, entregaram o Orçamento da União para 2015 ao Congresso Nacional, nesta quinta-feira. De acordo com o documento, os servidores federais vão levar apenas a terceira e última parcela do aumento de 15,8%, que está acordada entre o governo e os sindicatos, desde 2012. Não há recursos previstos para atender às antigas reivindicações da categoria, como o reajuste do auxílio-alimentação. Os funcionários do Poder Executivo são os que mais sofrem. Segundo dados da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), eles recebem R$ 373 por mês, contra R$ 710 pagos pelo Judiciário e R$ 741 recebidos pelos servidores do Legislativo. Essa e outras demandas terão que ser novamente alvo de negociações para que se busque um espaço no Orçamento de 2016.

Leia mais: http://extra.globo.com/emprego/servidor-publico/em-2015-servidores-federais-terao-apenas-aumento-ja-programado-13763387.html#ixzz3CyGSNEgb

Governo fecha mesa e federação avaliará continuidade da greve

Oficializando as informações já publicadas no facebook, a Fasubra postou o relato da reunião de segunda (19), onde o Governo formalizou esta reunião com a intenção única de por fim a qualquer processo negocial, por entender que existe acordo vigente sobre os pontos de pauta apresentados.

Ao final, o secretário Sérgio Mendonça enfatiza ainda que a proposta anterior de andamentos em pontos de pauta sem impacto financeiro não estava mais "na mesa".

O próximo movimento governamental será o encaminhamento jurídico da greve?

Governo convida Fasubra para reunião nesta segunda (19)

Foi agendada para esta segunda-feira (19) às 17h reunião entre MPOG, MEC e FASUBRA, resultado do movimento descrito no post anterior. Não foi divulgada pauta da reunião.

Após movimento do dia 07, Governo pode iniciar negociação

Apesar da visão positiva de entidades de base a cerca da brecha negocial colocada pelo MPOG após movimentação do dia 07, o IG 01 de 09 de Maio aponta que não há razão para comemorações.

Na reunião o Secretário de Relações de Trabalho, Sr. Sérgio Mendonça, com a presença do Secretário
de Ensino Superior, Sr. Paulo Speller ficou explícito que até aquele momento não havia perspectiva de
avanços para os grevistas da FASUBRA em relação à proposta apresentada pelo governo. Mas que as
ações da greve impactaram politicamente e solicitaram um prazo de até 15 dias para responder sobre 
uma possível abertura do processo negocial, pois teriam que abrir um debate interno no governo, para
estudar a viabilidade de aumentar a margem para negociação.

Ou seja, o que a Fasubra ouviu do MPOG foi que não havia perspectiva alguma de se quer negociar pontos da pauta, mas que o Governo discutiria internamente nos próximos dias para quem sabe abrir mesa de negociação (para pontos específicos?).

Não é exatamente um presente de dia das Mães.

Executivo rejeita reajuste de benefícios

O teor do ofício 05/SRT-MP de 08 de abril de 2014 direcionado a FASUBRA em resposta as demandas apresentadas em 24 de janeiro deste ano mostra a posição do Governo Federal: "Existem acordos vigentes, e o governo está cumprindo sua parte. Mais informações após o encerramento dos mesmos."

O governo responde item a item a Pauta de Reivindicações da FASUBRA, apontando o atendimento integral do acordo de greve de 2012 até o momento. Neste ponto de vista, o próximo passo governista é o questionamento jurídico do movimento, já pré-julgado ilegal.

No mesmo caminho, o governo aponta que não pretende discutir reajuste de benefícios enquanto houverem acordos vigentes.

Em 31 dias de greve não sendo aberta mesa de negociação, os servidores administrativos são confirmados a escória do funcionalismo. Hoje (21) agregam-se à greve o SINASEFE.

Definidos horários de atendimento dos serviços públicos durante a copa de 2014.

O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) publicou a Portaria 113, de 3 de abril de 2014, onde determina que os serviços não essenciais da administração pública terão suas atividades encerradas às 12h30 nos dias em que ocorrerem jogos da Seleção Brasileira de FUTEBOL durante a copa do mundo de 2014.

Andifes: contrária à 30 horas, e a favor do fim da lista tríplice

A FASUBRA solicitou, como de costume, audiência com a ANDIFES a fim de discutir os destinos da grave dos técnicos administrativos. Da notícia publicada pela Associação de Reitores, damos destaque a dois parágrafos:

A diretoria executiva da Andifes afirmou também que o documento do MEC que responde a pauta da FASUBRA avançou em muitas das reivindicações solicitadas, mas que, além disso, entende que tem acordo em vigência e que precisa ser cumprido por todas as partes.

Daqui extraímos dois posicionamentos: primeiro que a ANDIFES apoia o posicionamento do MEC que se diz favorável a manutenção do diálogo ad aeternum; e segundo que, no seu ponto de vista, os técnicos deveriam honrar o acorde de greve vigente (2012).
No debate sobre a inércia do Governo, o  ofício do MEC recebido pela FASUBRA aponta a releitura da realidade sob a ótica governista: o governo tem cumprido e trabalhado para efetivar os pontos acordados em 2012. Isso de fato não ocorreu. Dias antes da deflagração de greve em 17 de março começaram saltitar no governo ações para evitar que a greve fosse às vias de fato. Tarde, muito tarde, para quem foi avisado em dezembro de 2013.
Quanto a cumprir acordo vigente, o Governo ganha o troféu, já que não conseguiu, em dois anos, efetivar o   Acordo de Greve firmado em 2012.

A Andifes reafirmou o seu posicionamento contrário às 30 horas, bem como esclareceu que a proposta de Lei Orgânica, elaborada pela Associação, com base na autonomia, remete para o estatuto de cada universidade a regulação do processos de escolha de dirigentes, e que, a Andifes defende o fim da lista tríplice para escolha de reitores.

O que dizer sobre isso?

Comissão discute direito de greve para servidor público

Centrais sindicais reuniram-se com governo para discutir projeto que regulamento o exercício da greve por servidores públicos e apresentaram algumas reivindicações como acordo coletivo, data-base, dissídio e convenções.

O projeto de lei do senador Romero Jucá (PMDB-RR) regulamenta o artigo 37 da Constituição Federal e possivelmente será votado neste ano.

Engenheiros e Arquitetos serão responsabilizados por problemas em obras públicas

Com informações da Voz do Brasil (27/08/2013)

Tramita nas casas legislativas do Brasil projeto de lei que pretende imputar penalidades aos engenheiros e arquitetos responsáveis por obras públicas que por ventura passarem por problemas técnicos. O projeto é do senador Pedro Taques (PDT-MT). 

o projeto de lei segue para a Comissão de Constituição e Justiça, e Comissão de de Infraestrutura do Senado.

STJ garante nomeação além do número de vagas do edital

Texto na íntegra retirado do Blog do Servidor.



Wilson Granjeiro
Jornal de Brasília     -     31/03/2013


O Superior Tribunal de Justiça (STJ), em recente julgamento de um mandado de segurança, tomou uma decisão que representa um importante avanço nos direitos dos candidatos a cargos no serviço público. Pela sua relevância, este é o tema do artigo desta semana, já que milhares de pessoas que foram aprovadas e esperam ser nomeadas para os cargos a que concorreram poderão garantir suas vagas, desde que se enquadrem na mesma situação da concursanda que impetrou o mandado.

Vamos ao caso. O concurso em questão foi realizado para a área administrativa da Advocacia Geral da União (AGU) e ofereceu 49 vagas. Essas 49 vagas foram devidamente preenchidas conforme o número previsto no edital do concurso.

Posteriormente, durante o prazo de validade do certame, foram abertas outras 45 vagas no quadro de administradores da AGU e a autora do mandado de segurança recorreu à justiça por ter sido classificada em 81º lugar.

É preciso esclarecer que, até então, o entendimento do Judiciário era de que nomear o candidato aprovado fora do número de vagas seria um direito discricionário da administração, quanto à oportunidade e conveniência do ato.

A decisão que o STJ tomou neste caso muda completamente a posição da Corte sobre o assunto, segundo o acórdão publicado, e terá que ser aplicada por outras instâncias da justiça em casos semelhantes. O edital do concurso para administrador da AGU previa que os candidatos aprovados além do número de vagas teriam direito à nomeação durante o prazo de validade de dois anos desta seleção.

Como o total de vagas abertas neste prazo foi de 45, em decorrência de aposentadorias, falecimentos ou demissões, totalizando 94 no quadro administrativo daquele órgão.

A candidata acompanhou toda a movimentação de pessoal pelo próprio site da AGU. Ao verificar que sua classificação já alcançava o 81º lugar, colocação dentro do número total de vagas existentes na carreira administrativa, pleiteou na justiça seu direito à nomeação, que acabou reconhecido pelo STJ.

Isso significa que o poder discricionário da administração de julgar a oportunidade e conveniência da nomeação é só no momento do chamamento, isto é, pode decidir se nomeia no início, no meio ou no final da validade do concursos. O que não pode é deixar de nomear.

As decisões judiciais que ampliam o número de vagas nos concursos têm sido comuns e podem ser consideradas um bom sinal para os concurseiros. Nos concursos públicos para os tribunais, por exemplo, todos os candidatos aprovados têm sido chamados além do número de vagas previsto no edital mas dentro do período de validade do concurso público.

Por isso, é fundamental que o candidato acompanhe pelo site da instituição promotora do concurso, para que possa fazer valer seu direito quando se sentir prejudicado.

Por sinal, a Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011), no seu artigo 10, garante ao candidato o direito de obter informações inerentes à sua condição.

Para encerrar, quero deixar para a reflexão dos que leem este artigo, um belo pensamento sobre a atitude que devemos manter em nossos atos: "A nobreza de um homem está na verdade de suas palavras, na ternura do seu olhar, na bondade cultivada em seus atos". Se você seguir este ensinamento, logo lhe chegará com conquista do desejado cargo.

Diretas Já! Eleições podem chegar nas Universidades por força de lei

Segundo o Blog do Servidor, "a única matéria aprovada pela  Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) nesta terça-feira (2) foi o substitutivo da Câmara dos Deputados ao PLS 147/2004 que institui a eleição direta para escolha de reitor, vice-reitor e diretor de instituições públicas de ensino superior."

Atualmente, o Ministro da Educação nomeia quem bem entender para Reitor, Vice Reitor das Universidades Federais, que a cada eleição montam o circo da "pesquisa eleitoral" para elaboração de lista tríplice, que segue para decisão Ministerial. Ainda por força de lei, os professores votam com peso de 70%, sendo o restante dividido entre demais servidores e comunidade escolar.

Este ponto já é abordado na chamada Reforma Universitária, que rasteja por entre as casas de leis brasileiras.

Alteração de local da atividade de quarta-feira


Devido às propostas feitas pelo MPOG à categoria, a necessidade de debate e análise e a pedido da maioria dos grevistas do câmpus, alteramos o cronograma de amanhã, quarta-feira, conforme segue:

Data: quarta-feira, dia 08 de agosto
Local: UTFPR
Horário: 14h


PAUTA: análise e debate da proposta do governo, andamentos e orientações da Fasubra e do sindicato.


OBS: Por favor, difundam esta informação, para que todos que estejam em greve tenham conhecimento da alteração.

Governo apresenta primeira contra-proposta em dois anos de negociação

O Governo Federal apresentou, através de seu Secretário Sérgio Mendonça, a proposta (segundo eles) única e "final" dos últimos dois anos de reuniões: 


15% de reajuste, pagos em 3 parcelas de 5%, 
(2013, 2014 e 2015)

Informações da Fasubra, via FaceBook.

Orientação do CNG sobre o corte de ponto


Referente ao comunicado do MPOG com orientações para de corte de ponto de grevistas:
 
Considerando que o comunica do MPOG emitido no dia 06/07, que orienta o corte de ponto de grevistas, é uma ação que visa punir o forte movimento paredista que se desenvolve nesse momento pelo conjunto do funcionalismo público federal;
 
Considerando que o governo permanece intransigente com as greves, que não há negociação efetiva, e que essa ação é uma tentativa de desmobilizar nossa categoria e derrotar nosso movimento;
 
Considerando que nossa greve é legal, pois o documento emitido é do Poder Executivo e não tem amparo jurídico, que não há nenhuma ação na justiça contrária ao nosso movimento, e que, portanto é uma medida autoritária que fere o direito constitucional de greve;
 
Considerando que o comunicado não é um instrumento adequado de relacionamento com as universidades, uma vez que estas, constitucionalmente, são entes autônomos, cabendo aos Reitores, ouvindo os conselhos superiores, a autonomia administrativa dessas instituições.
 
 O CNG/FASUBRA se reuniu na tarde do dia 06/07 e orienta:

01- Que todos os comandos locais de greve possam (na primeira hora dessa segunda-feira - 09/07), enviar uma representação às reitorias para cobrar dos reitores a solidariedade à  nossa GREVE e o não atendimento da ORIENTAÇÃO do MPOG (sem prejudicar as atividades normais do calendário de greve);

02- Que o CNG/FASUBRA e todos os comandos locais de greve acionem suas assessorias jurídicas para emitirem pareceres contra essa medida do governo;

03- Que todas as atividades dos comandos locais, bem como as atividades de greve orientadas pelo comando nacional de greve sejam cumpridas normalmente, mais que isto, que nesta semana as ações nas bases sejam intensificadas;

04 - Que os comandos locais esclareçam às bases sobre o caráter desse comunicado e a necessidade de resposta ao governo em forma de ações de greve;

05- Que o CNG/FASUBRA faça uma visita ao Pleno da ANDIFES que acontecerá nessa terça-feira, cobrando dos reitores o apoio a nossa greve e o não atendimento dessa orientação do governo;

06 - Que o CNG/FASUBRA e os comandos locais emitam moções de repúdio ao Secretário de Relações de Trabalho, Sr. Sérgio Mendonça, pois, como representante do governo assina o comunica que contém inverdades, uma vez que não está havendo qualquer negociação com a categoria.

Não há acordo entre governo e o movimento grevista


Assista a vídeo postado no site G1 que trata do "acordo sobre greves em universidades brasileiras segue sem solução".


Clique aqui e assista o vídeo na íntegra.

Paralisação Nacional 03 de abril 2024

 

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