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PROGRAMAÇÃO DA MANIFESTAÇÃO


·      6:30 – Chegada das caravanas na sede da ASSUNTEF – Avenida Silva Jardim, 589 (próximo à UTFPR)
·        7:00 – café da manhã
·        7:30 – pronunciamentos
·        8:00 – Deslocamento para a REITORIA (das 8:00 às 16:00);
·        10:00 - Passar pelos setores convencendo o pessoal a parar (com grupos menores).
·        16:00 – ASSEMBLEIA GERAL
o      Ao TÉRMINO DA ASSEMBLEIA – será destinado 30min. para, quem quiser, tomar banho nos banheiros das piscinas da UTFPR;
·        RETORNO – em frente à sede da ASSUTEF na Silva Jardim, 30 min. após o término da assembleia.
o      Manter um telefone de contato com o motorista do ônibus para, assim que todos estiverem reunidos na ASSUTEF, chamá-lo para o retorno, pois não é possível estacionar nesta rua.
o      O retorno será, impreterivelmente, 30 min. após o término da assembleia.

·        Horários de Almoço:
o      11:30 – Campo Mourão
o      12:00 – Fco. Beltrão e Pato Branco e Dois Vizinhos
o      12:30 – Londrina e Apucarana
o      13:00 - Curitiba

Ato conjunto


UTFPR-MD/UTFPR-TD/UFPR-PALOTINA/IFPR-FOZ/UNIOESTE-FOZ/UNILA

Os técnicos administrativos das universidades e institutos federais e universidades
estaduais estão desde o início da deflagração da greve no dia 11/06/2012, unidos dentro de
um mesmo comando de greve. São 5 instituições de ensino da região oeste do Paraná, 4
federais e uma estadual.
No dia 02 de julho, realizamos o 1º ATO CONJUNTO desses 5 comandos na cidade de
Foz do Iguaçu, tendo como programação duas mesas/palestras: FORÇA DE TRABALHO e GT
CARREIRA que contaram com a participação de mais de 150 técnicos administrativos em greve.
Os cinco comandos de greves dessas instituições de ensino de Foz e região estarão
realizando no dia 09/07, o 2º ATO CONJUNTO, novamente na cidade de Foz do Iguaçu, tendo a
seguinte programação:

Programação:

1 – DOAÇÃO DE SANGUE:

• UTFPR e UFPR (dia 09/07) NA PARTE DA MANHÃ.
• UNILA (dia 10/07) – às 15h
• IFPR-FOZ (dia 12/07);
• UNIOESTE (dia 13/07)

2 – ATO PÚBLICO na Praça do Mitre centro de Foz, com os técnicos devidamente
caracterizados:
- roupa preta = simbolizando luto na educação;
- nariz de palhaço = governo leva a nossa greve na brincadeira;
- adesivo tampando a boca = governo se cala, não negocia.

COMANDO UNIDO DE GREVE DOS TÉCNICOS ADMINISTRATVOS
UTFPR/UNILA/UFPR/IFPR/UNIOESTE

CARTA MANIFESTO EM MEDIANEIRA


A IMPRENSA DE MEDIANEIRA PUBLICOU CARTA MANIFESTO A POPULAÇÃO GREVE DA EDUCAÇÃO FEDERAL:

Para acessar o Jornal Mensageiro clique aqui.


CARTA MANIFESTO À POPULAÇÃO FASUBRA - SINASEFE – ANDES
Edição: 1718 - 05/07/2012

  A defesa do ensino público, gratuito e de qualidade expressa uma exigência da população brasileira, que há tempos clama por serviços públicos de qualidade e é também parte essencial da historia dos movimentos sociais ligados à educação. Vale lembrar que educação, saúde, segurança, transporte, entre outros, são direitos e dever do Estado.
  Nas ultimas semanas, professores, técnico-administrativos e estudantes das Instituições Federais de Ensino voltaram às ruas para cobrar dos governantes que cumpram seu papel e dediquem atenção, de fato, às reais demandas sociais.
  Os trabalhadores da educação federal e estudantes estão em greve, porque estão conscientes de que é imprescindível lutar em defesa das Instituições Federais de Ensino. As negociações com o governo não avançam. No entanto, crescem a degradação das condições de trabalho, ensino e a deterioração da infraestrutura oferecida nas universidades, institutos e centros tecnológicos federais.
  Os professores, técnicos e estudantes defendem sim uma expansão, desde que exista qualidade. Não adianta criar novas instituições sem oferecer as condições satisfatórias para que elas funcionem.
  A realidade vivenciada pelos professores, técnicos e estudantes é muito diferente do que divulgada a propaganda oficial do governo federal. A cada começo de ano fica mais evidente a precariedade de várias instituições federais de ensino, principalmente naquelas em que ocorreu a expansão via Reuni.
  Faltam salas de aula, laboratórios, restaurantes estudantis, bibliotecas, banheiros, saneamento básico e em alguns lugares até papel higiênico. Ninguém deveria ser submetido a trabalhar, a ensinar e aprender num ambiente assim.
  Além disso, é necessário também oferecer um plano de carreira, que valorize os professores e técnicos e os incentivem a dedicar suas vidas a essas instituições, à construção do conhecimento, aos projetos de pesquisa e de extensão. Só assim, é possível oferecer educação com a qualidade que a população brasileira merece.
  No entanto, o governo federal vira as costas para os argumentos e propostas dos servidores públicos e usa seguidamente o discurso da crise financeira internacional como justificativa para não atender às reivindicações que são apresentadas pelos movimentos sociais em defesa da educação.
  Não faltam recursos, o que falta é vontade dos governantes. A verdadeira crise brasileira não é a crise financeira, mas sim ausência de  políticas  publicas que atendam as necessidades da população.
  Priorizar a destinação dos recursos públicos na  lógica  do setor empresarial financeirizado, como o governo tem feito, causa impactos cada vez mais negativos nos serviços públicos.
  Os professores, técnicos e estudantes estão nas ruas para dar um novo rumo ao ensino federal e, para isso, conclamam toda a população a fazer de 2012 um marco na história da educação brasileira.

Paralisação Nacional 03 de abril 2024

 

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