Nesta quinta-feira (06) servidores em greve do sudoeste do Paraná reuniram-se na praça central de Francisco Beltrão para ato unificado. O movimento teve cobertura da mídia regional.
Assista a reportagem na Globo Paranán clicando aqui.
Técnicos-Administrativos em Educação, servidores da UTFPR Câmpus Francisco Beltrão.
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Docentes: reajuste de salário?
Matéria extraída do site de notícias G1 no dia 14/05/2012:
Dilma assina MP que reajusta salário de servidores federais
MP inclui criação de gratificações; 1 milhão de servidores se beneficiarão.
De acordo com o Ministério do Planejamento, impacto será de R$ 1,5 bilhão.
De acordo com o Ministério do Planejamento, impacto será de R$ 1,5 bilhão.
A presidente Dilma Rousseff assinou medida provisória, publicada nesta segunda-feira (14) no "Diário Oficial da União", que prevê a criação de gratificações, mudanças em planos de cargos e reajuste nos salários de servidores públicos. As medidas beneficiarão quase 1 milhão de funcionários, segundo o governo.
De acordo com o Ministério do Planejamento, a medida tem um impacto financeiro de R$ 1,5 bilhão nas contas públicas, montante já previsto no Orçamento de 2012 aprovado no Congresso e sancionado pela presidente Dilma - clique para ver a medida provisória. A MP não trata, por exemplo, de aumento pleiteado pelos servidores do Judiciário e para o qual o Executivo afirma não ter recursos disponíveis.
A MP 568/2012 autoriza alguns benefícios de imediato. No caso dos professores de instituições federais, os reajustes serão retroativos ao mês de março. No caso das gratificações, o benefício será concedido a partir de 1º de julho de 2012. A medida entra em vigor já nesta segunda, mas ainda precisa ser votada no Congresso no prazo de 90 dias. Uma comissão de parlamentares será criada para analisar o texto.
Além dos professores, também serão beneficiados com reajustes servidores da administração direta e médicos. Funcionários de cerca de 20 órgãos também ganharão gratificações.
Segundo o Planejamento, a medida visa "assegurar o pagamento de acordos finalizados com os servidores federais no ano passado". O ministério diz que a MP beneficia 937.675 servidores entre ativos, aposentados e pensionistas.
Ainda conforme o Ministério do Planejamento, a MP substitui um projeto de lei eviado pelo Executivo ao Congresso em agosto do ano passado que trata sobre a reestruturação de cargos e tabelas remuneratórias. Os professores, por exemplo, receberão reajuste reatroativo ao mês de março porque, segundo o ministério, era o mês definido para a concessão do aumento.
Gratificações e adicionais
Entre os órgaos para os quais foi criado o instrumento da gratificação estão o Instituto Nacional de Metrorologia (Inmet), a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac),
Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Comissão de Valores Imobiliários (CVM) e Departamento Nacional de Obras contra as Secas (Dnocs).
Outros órgãos, como a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Fundação Instituto de Pesqisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) terão mudanças nos cargos ou nas aposentadorias e pensões.
Também há previsão de reajuste nos adicionais de insalubridade e periculosidade dos servidores federais.
De acordo com o Ministério do Planejamento, a medida tem um impacto financeiro de R$ 1,5 bilhão nas contas públicas, montante já previsto no Orçamento de 2012 aprovado no Congresso e sancionado pela presidente Dilma - clique para ver a medida provisória. A MP não trata, por exemplo, de aumento pleiteado pelos servidores do Judiciário e para o qual o Executivo afirma não ter recursos disponíveis.
A MP 568/2012 autoriza alguns benefícios de imediato. No caso dos professores de instituições federais, os reajustes serão retroativos ao mês de março. No caso das gratificações, o benefício será concedido a partir de 1º de julho de 2012. A medida entra em vigor já nesta segunda, mas ainda precisa ser votada no Congresso no prazo de 90 dias. Uma comissão de parlamentares será criada para analisar o texto.
Além dos professores, também serão beneficiados com reajustes servidores da administração direta e médicos. Funcionários de cerca de 20 órgãos também ganharão gratificações.
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Segundo o Planejamento, a medida visa "assegurar o pagamento de acordos finalizados com os servidores federais no ano passado". O ministério diz que a MP beneficia 937.675 servidores entre ativos, aposentados e pensionistas.
Ainda conforme o Ministério do Planejamento, a MP substitui um projeto de lei eviado pelo Executivo ao Congresso em agosto do ano passado que trata sobre a reestruturação de cargos e tabelas remuneratórias. Os professores, por exemplo, receberão reajuste reatroativo ao mês de março porque, segundo o ministério, era o mês definido para a concessão do aumento.
Gratificações e adicionais
Entre os órgaos para os quais foi criado o instrumento da gratificação estão o Instituto Nacional de Metrorologia (Inmet), a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac),
Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Comissão de Valores Imobiliários (CVM) e Departamento Nacional de Obras contra as Secas (Dnocs).
Outros órgãos, como a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Fundação Instituto de Pesqisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) terão mudanças nos cargos ou nas aposentadorias e pensões.
Também há previsão de reajuste nos adicionais de insalubridade e periculosidade dos servidores federais.
Trabalhadores das universidades voltam ao trabalho
Trabalhadores das universidades voltam ao trabalho
Por Elaine Tavares - jornalista no IELA/UFSC
Por Elaine Tavares - jornalista no IELA/UFSC
A greve dos técnico-administrativos das universidades inaugurou uma nova prática no governo Dilma: ignorar olimpicamente as demandas dos trabalhadores que não se renderem à lógica da “mesa de negociação permanente”. Essa proposta, numa primeira vista, parece a mais democrática possível. O governo se coloca diante da opinião pública como aquele que, permanentemente, está aberto ao diálogo, não havendo, portanto, razão alguma para que qualquer categoria precise usar do instrumento da greve. Mas, uma boa análise da prática da negociação permanente mostra que ela é exatamente isso que quer dizer: permanente, ou seja, sem finalização.
Foi por isso que os trabalhadores das universidades entraram em greve. Durante mais de dois anos estiveram em mesas de conversa. Cada uma delas marcava nova reunião, que marcava outra. E os problemas se acumulando. Nas universidades seguia a passos largos a privatização, sem novas contratações, os salários congelados, estagiários avolumando-se, fazendo serviço de técnico, trabalhadores sem perspectiva de carreira, cargos iguais com vencimentos diferentes e outros cargos importantes sendo extintos. Problemas demais, solução de menos, ou melhor, nenhuma. E, para piorar o governo ainda acenava com a privatização dos hospitais universitários, lançamento de fundo de pensão privado e um congelamento de salários por 10 anos. Tudo isso em nome do “ajuste” e da “crise”.
Mas, qualquer pessoa bem informada sabe que o “ajuste” só aperta o cinto dos trabalhadores. O governo cortou 50 bilhões do orçamento para redirecioná-lo para o pagamento da dívida, que hoje consome 47% do orçamento nacional. Paga 12% de juros ao mês aos especuladores de dinheiro podre e tira o pão da boca dos pais e mães de família. Empresta grana para o FMI e para o Abílio Diniz, enquanto corta saúde e educação do povo. A coisa acabou insustentável. Daí veio a greve. Não havia mais qualquer alternativa.
O movimento foi intenso e muito rapidamente a quase totalidade das 51 instituições federais aderiu. Já era tempo demais esperando pela boa vontade do governo que, em vez de acenar com propostas concretas, só anunciava retirada de direitos. E a greve, como sempre, por ser num setor que não tem “produção” aparente, começou a se arrastar. Já é histórico as greves da educação serem sempre muito longas, passando dos três meses. Ainda mais quando são levadas pelos técnico-administrativos. No geral esses trabalhadores parecem invisíveis e leva algum tempo para que estudantes e professores sintam a sua falta. No primeiro mês, a vida segue sem sobressaltos, causando desconforto apenas para quem usa o Restaurante Universitário e a Biblioteca. No segundo mês, já final de semestre, é hora da ação das coordenadorias, que passam as notas que definem matrículas. Aí o rombo começa a aparecer. Quando reinicia o semestre então vem o caos. Mas, até chegar a esse momento já se passaram três meses. É quando o governo começa a se mexer para fechar um acordo.
Só que desta vez, no governo de Dilma, não foi assim. Os meses foram passando e os representantes dos ministérios da Educação e do Planejamento repetiam o mesmo mantra: “Não negociaremos em greve”. O propósito era quebrar as pernas do movimento, vencer pelo cansaço, ao melhor estilo da dama de ferro inglesa, Margareth Thatcher, que colocou no chão uma greve de mineiros, no início de seu governo neoliberal. E, enquanto se negavam a receber a representação dos técnico-administrativos, foram fazendo acordos salariais com as demais categorias. Cantavam de galo, tripudiavam.
Nas universidades, com a greve instalada, o conflito foi crescendo. Estudantes queriam condições de estudo, professores, condições de ensino – e para isso são necessários os técnicos. Algumas reitorias pressionaram o governo, outras nem tanto. Assomaram com mais força os velhos conflitos entre professores e técnicos, tão comuns em dias “normais”. Mesmo nas universidades com pouca ação de luta, a paralisação foi grande, suficiente para entravar a máquina universitária. Mas, ao governo, universidade parada pareceu não incomodar. Nenhum clamor foi ouvido.
Os trabalhadores fizeram o bom combate. Fecharam universidades, realizaram marchas em Brasília, infernizaram em frente aos ministérios, peregrinaram pelos corredores do Congresso. Deputados pediram para abrir negociação, não foram ouvidos. Centrais sindicais tentaram negociar, foram enxotadas. Não haveria conversa. Era a primeira vez na história das greves que um governo se recusava à negociação e ao diálogo. Os dias passaram, os prazos de inclusão de reajuste salarial no orçamento passaram, os projetos entreguistas passaram - tais como o da privatização dos hospitais universitários - e não houve chance de negociação.
Então, passados mais de 115 dias, os trabalhadores decidiram que era hora de voltar ao trabalho. Não se dobraram ao governo. Não cederam às chantagens. Saem porque decidiram. Sem nada, sem promessas. A luta foi dura, as derrotas sangraram. Não haverá reajuste salarial, os HUs foram privatizados e as universidades ficaram mais vulneráveis diante da sanha do capital que quer transformar educação em mercadoria, da mesma forma como está fazendo com a saúde. A história, como sempre, mostrará quem estava certo nessa queda de braço.
A volta ao trabalho é um recuo no campo de batalha. Um recuo tático. Que ninguém se iluda. Quem conhece a história de luta da base da Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades sabe que perder uma batalha não é perder a guerra. Afinal, é essa gente guerreira que vem servindo de escudo contra os ataques neoliberais iniciados ainda nos anos 80. Um a um eles foram rechaçados e, se algumas perdas aconteceram, a grande batalha contra a privatização total sempre foi vencida, no mais das vezes na união com professores e estudantes comprometidos. A universidade segue sendo pública, sem pagamento de mensalidades, com a garantia de certa qualidade. Não é a universidade perfeita, todos sabem, mas ainda assim é melhor do que as conhecidas fábricas de diplomas, e há vida e luta em suas entranhas.
115 dias de greve não é coisa pouca. Os estudantes sofrem, mas os trabalhadores também. Que ninguém pense que os grevistas dormem em paz. Fazer greve é subverter a ordem e isso cobra um preço alto demais. Quem entra numa batalha assim sabe que haverá incompreensões, ódios, revoltas. Mas, ainda assim, vale a pena viver isso na pele se for para continuar garantindo a universidade pública. Os trabalhadores lutam por salários, e isso é legítimo, e também lutam pela universidade sonhada. Os que vivenciam a greve na sua inteireza têm isso bem claro. Cada um desses que são acusados de “vagabundos” por alguns estudantes e professores sabem que sob seus corpos em luta se ampara essa instituição.
Por isso, ao voltar para o trabalho nesse 26 de setembro, ninguém entrará de cabeça baixa, derrotado. Porque ali na frente ainda há batalhas a travar. E, a despeito dos ódios de alunos e professores que só conseguem enxergar o hoje, eles seguirão, abrindo portas, dirigindo carros, cuidando dos laboratórios, das coordenadorias, das secretarias, do patrimônio, da segurança, vigiando os governos que buscam entregar a universidade nas garras privadas. E ainda, tal qual Jeremias, no alto da montanha a vigiar a tormenta, eles voltarão quando tiver de ser. Porque a universidade haverá se seguir pública, gratuita e de qualidade.
Foi por isso que os trabalhadores das universidades entraram em greve. Durante mais de dois anos estiveram em mesas de conversa. Cada uma delas marcava nova reunião, que marcava outra. E os problemas se acumulando. Nas universidades seguia a passos largos a privatização, sem novas contratações, os salários congelados, estagiários avolumando-se, fazendo serviço de técnico, trabalhadores sem perspectiva de carreira, cargos iguais com vencimentos diferentes e outros cargos importantes sendo extintos. Problemas demais, solução de menos, ou melhor, nenhuma. E, para piorar o governo ainda acenava com a privatização dos hospitais universitários, lançamento de fundo de pensão privado e um congelamento de salários por 10 anos. Tudo isso em nome do “ajuste” e da “crise”.
Mas, qualquer pessoa bem informada sabe que o “ajuste” só aperta o cinto dos trabalhadores. O governo cortou 50 bilhões do orçamento para redirecioná-lo para o pagamento da dívida, que hoje consome 47% do orçamento nacional. Paga 12% de juros ao mês aos especuladores de dinheiro podre e tira o pão da boca dos pais e mães de família. Empresta grana para o FMI e para o Abílio Diniz, enquanto corta saúde e educação do povo. A coisa acabou insustentável. Daí veio a greve. Não havia mais qualquer alternativa.
O movimento foi intenso e muito rapidamente a quase totalidade das 51 instituições federais aderiu. Já era tempo demais esperando pela boa vontade do governo que, em vez de acenar com propostas concretas, só anunciava retirada de direitos. E a greve, como sempre, por ser num setor que não tem “produção” aparente, começou a se arrastar. Já é histórico as greves da educação serem sempre muito longas, passando dos três meses. Ainda mais quando são levadas pelos técnico-administrativos. No geral esses trabalhadores parecem invisíveis e leva algum tempo para que estudantes e professores sintam a sua falta. No primeiro mês, a vida segue sem sobressaltos, causando desconforto apenas para quem usa o Restaurante Universitário e a Biblioteca. No segundo mês, já final de semestre, é hora da ação das coordenadorias, que passam as notas que definem matrículas. Aí o rombo começa a aparecer. Quando reinicia o semestre então vem o caos. Mas, até chegar a esse momento já se passaram três meses. É quando o governo começa a se mexer para fechar um acordo.
Só que desta vez, no governo de Dilma, não foi assim. Os meses foram passando e os representantes dos ministérios da Educação e do Planejamento repetiam o mesmo mantra: “Não negociaremos em greve”. O propósito era quebrar as pernas do movimento, vencer pelo cansaço, ao melhor estilo da dama de ferro inglesa, Margareth Thatcher, que colocou no chão uma greve de mineiros, no início de seu governo neoliberal. E, enquanto se negavam a receber a representação dos técnico-administrativos, foram fazendo acordos salariais com as demais categorias. Cantavam de galo, tripudiavam.
Nas universidades, com a greve instalada, o conflito foi crescendo. Estudantes queriam condições de estudo, professores, condições de ensino – e para isso são necessários os técnicos. Algumas reitorias pressionaram o governo, outras nem tanto. Assomaram com mais força os velhos conflitos entre professores e técnicos, tão comuns em dias “normais”. Mesmo nas universidades com pouca ação de luta, a paralisação foi grande, suficiente para entravar a máquina universitária. Mas, ao governo, universidade parada pareceu não incomodar. Nenhum clamor foi ouvido.
Os trabalhadores fizeram o bom combate. Fecharam universidades, realizaram marchas em Brasília, infernizaram em frente aos ministérios, peregrinaram pelos corredores do Congresso. Deputados pediram para abrir negociação, não foram ouvidos. Centrais sindicais tentaram negociar, foram enxotadas. Não haveria conversa. Era a primeira vez na história das greves que um governo se recusava à negociação e ao diálogo. Os dias passaram, os prazos de inclusão de reajuste salarial no orçamento passaram, os projetos entreguistas passaram - tais como o da privatização dos hospitais universitários - e não houve chance de negociação.
Então, passados mais de 115 dias, os trabalhadores decidiram que era hora de voltar ao trabalho. Não se dobraram ao governo. Não cederam às chantagens. Saem porque decidiram. Sem nada, sem promessas. A luta foi dura, as derrotas sangraram. Não haverá reajuste salarial, os HUs foram privatizados e as universidades ficaram mais vulneráveis diante da sanha do capital que quer transformar educação em mercadoria, da mesma forma como está fazendo com a saúde. A história, como sempre, mostrará quem estava certo nessa queda de braço.
A volta ao trabalho é um recuo no campo de batalha. Um recuo tático. Que ninguém se iluda. Quem conhece a história de luta da base da Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades sabe que perder uma batalha não é perder a guerra. Afinal, é essa gente guerreira que vem servindo de escudo contra os ataques neoliberais iniciados ainda nos anos 80. Um a um eles foram rechaçados e, se algumas perdas aconteceram, a grande batalha contra a privatização total sempre foi vencida, no mais das vezes na união com professores e estudantes comprometidos. A universidade segue sendo pública, sem pagamento de mensalidades, com a garantia de certa qualidade. Não é a universidade perfeita, todos sabem, mas ainda assim é melhor do que as conhecidas fábricas de diplomas, e há vida e luta em suas entranhas.
115 dias de greve não é coisa pouca. Os estudantes sofrem, mas os trabalhadores também. Que ninguém pense que os grevistas dormem em paz. Fazer greve é subverter a ordem e isso cobra um preço alto demais. Quem entra numa batalha assim sabe que haverá incompreensões, ódios, revoltas. Mas, ainda assim, vale a pena viver isso na pele se for para continuar garantindo a universidade pública. Os trabalhadores lutam por salários, e isso é legítimo, e também lutam pela universidade sonhada. Os que vivenciam a greve na sua inteireza têm isso bem claro. Cada um desses que são acusados de “vagabundos” por alguns estudantes e professores sabem que sob seus corpos em luta se ampara essa instituição.
Por isso, ao voltar para o trabalho nesse 26 de setembro, ninguém entrará de cabeça baixa, derrotado. Porque ali na frente ainda há batalhas a travar. E, a despeito dos ódios de alunos e professores que só conseguem enxergar o hoje, eles seguirão, abrindo portas, dirigindo carros, cuidando dos laboratórios, das coordenadorias, das secretarias, do patrimônio, da segurança, vigiando os governos que buscam entregar a universidade nas garras privadas. E ainda, tal qual Jeremias, no alto da montanha a vigiar a tormenta, eles voltarão quando tiver de ser. Porque a universidade haverá se seguir pública, gratuita e de qualidade.
Coletânea - EBSERH - Greve na Mídia
Manifestantes interrompem audiência com Miriam Belchior no Congresso
Um dos manifestantes, que foi retirado, gritou:
- Ministra, a Fasubra quer negociar. Trabalhadores, somos trabalhadores, ministra. Atenda os trabalhadores para negociação!
Outro manifestante, que ficou na sala, reclamou:
- Olha a truculência, olha a ditadura, a agressividade dos agentes. O que é isso?
Do lado de fora, eles continuaram protestando e pedindo negociação.
A apresentação de Miriam na CMO já terminou. Neste momento fala o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), relator da proposta orçamentária de 2012.
Manifestantes protestam na Câmara contra criação de empresa para administrar hospitais universitários
- Não, não, não, não à privatização - gritavam esta tarde na sala em que se reúne a comissão especial criada para analisar o projeto.
Já o relator, deputado Danilo Forte (PMDB-CE), excluiu a possibilidade de a nova empresa ser constituída como sociedade anônima e destacou que controle será todo da União.
Protesto adia votação de gerenciamento especial para hospitais universitários
Greve na Mídia: Sem previsão?
"Sem previsão"
A dois dias do prazo final para o envio do projeto de lei do orçamento para o Congresso Nacional, o Ministério do Planejamento ainda não apresentou aos servidores públicos federais a proposta oficial de reajustes.
O secretário de Recursos Humanos, Duvanier Paiva Ferreira, havia prometido entregar o documento na última sexta-feira, mas, na última hora, alegou uma viagem. "Não há uma previsão. O secretário pode chamar os sindicalistas a qualquer hora", informou a assessoria de imprensa do Planejamento. Ferreira já adiantou que os aumentos vão variar de 2,3% a 31%.
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E a greve continua, sem previsão...
Greve na mídia!
A TV Tarobá, transmitiu segunda-feira, 15/08, matéria sobre a greve da UTFPR no Campus Francisco Beltrão, assista na íntegra:
Greve na Mídia: Marcha em Brasília e a legalidade da greve
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Em greve, técnicos das universidades fazem protesto no DF
Veja a reportagem completa no Terra.com.br
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Decisão do STJ não invalida greve de servidores de universidades federais
A Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras (Fasubra) informou hoje (11) que estuda formas de cumprir a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que determinou a volta ao trabalho de 50% dos servidores em greve.
“Vamos cumprir essa decisão. A nossa assessoria jurídica estuda como implementá-la. Depois disso, vamos reunir os sindicatos para fazer o cumprimento da determinação”, disse a coordenadora-geral da Fasubra, Léia de Souza Oliveira.
Ela disse ainda que a decisão da Corte não invalida a greve, o que, para a categoria, é positivo. “Isso dá legalidade ao nosso movimento.”
Continue lendo no Pernambuco.com
Coletânea de notícias online
Segundo Paulo Henrique Santos, coordenador-geral da Federação dos Sindicatos das Universidades Brasileira (Fasubra), o governo não tem procurado negociar com os trabalhadores em greve. “A paralisação já dura 68 dias. Até o momento, o governo não apresentou nenhuma proposta concreta para dar uma solução efetiva à pauta”, disse o coordenador.
De acordo com Léia de Souza Oliveira, coordenadora geral da Fasubra, a decisão do STJ deve estimular o governo a negociar com os grevistas. “A Justiça já deu uma posição preliminar e não considerou a greve ilegal. O STJ determinou a parte dos trabalhadores, e nós vamos cumprir essa determinação e achamos que agora o governo vai querer negociar”, afirmou. Além da UnB, estão em greve outras 43 universidades federais, informou a Fasubra.
Professores de quatro campus do IFF (Instituto Federal Fluminense) no norte e noroeste do estado do Rio, entraram em greve nesta quarta-feira (10), deixando cerca de 12 mil alunos do ensino médio, profissionalizante e universitário sem aulas.
Com os servidores em greve desde março, a reitoria da Universidade de Brasília (UnB) determinou na quarta-feira a reabertura do protocolo da instituição para que os universitários prestes a vão concluir seus cursos não fiquem sem diploma. Até quarta, apenas os diplomas de casos considerados urgentes pelos grevistas estavam sendo emitidos.
UTFPR Campus Medianeira promove panfletagem
Editado: este conteúdo foi publicado inicialmente através de celular, e seu conteúdo editado às 21h40..
Governo aciona a justiça contra Fasubra!
Governo não negocia, e pede ao Supremo Tribunal Federal intervenção na greve
Universidades Federais, representadas pela Advocacia Geral da União, acionaram o SupremoTribunal Federal contra a Fasubra e os sindicatos a ela associados. Apesar do SINDITEST/PR ser acionado, a Universidade Tecnológica Federal do Paraná não participa da ação, estando presente apenas a Universidade Federal do Paraná.
UTFPR NÃO É PARTE REQUERENTE!

Leia na íntegra o texto publicado no site da Advocacia Geral da União:
Advocacia-Geral vai à Justiça para garantir retorno de funcionários que estão em greve nas universidades públicas federais
Data da publicação: 25/07/2011
Para garantir o direito constitucional do ensino público gratuito à sociedade, a continuidade das pesquisas nacionais nas áreas de ciência e tecnologia, do atendimento em hospitais universitários, e do desenvolvimento econômico e social do país, a Advocacia-Geral da União propôs no final da tarde desta segunda-feira (25/07), no Superior Tribunal de Justiça, ação para declarar a ilegalidade da greve, deflagrada no dia 06 de junho, em todo Brasil, por técnicos -administrativos das universidades federais públicas.
Caso a greve não seja suspensa pela Justiça, a AGU pede que no mínimo 70% dos técnicos retornem ao trabalho, para permitir a continuidade dos serviços públicos essenciais, prestados pelas universidades. Requer, também, a fixação de multa diária de R$ 100 mil, em caso não seja cumprida essa determinação.
O movimento envolve 35 universidades e a ação foi proposta pela Procuradoria-Geral Federal (PGF) contra a Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras (Fasubra) e outras 26 entidades que representam a categoria, no Superior Tribunal de Justiça (STJ). As paralisações dos servidores públicos são regidas pela Lei nº 7.783/89, que trata das greves no setor privado, devido à falta de norma específica sobre o tema.
Na ação, a PGF demostra que as negociações da Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento junto à Fasubra começaram quando a federação anunciou a decisão de fazer a greve. Diversas reuniões foram realizadas com os representantes da categoria para tratar de questões salariais e de reestruturação das carreiras e para que o governo pudesse apresentar propostas, com o objetivo de impedir a paralisação. De acordo a petição, em uma delas, porém, a Fasubra resolveu mudar a pauta e ameaçou incitar a greve caso o governo não atendesse às novas reivindicações.
No dia 1º de junho foi enviado ofício à Fasubra, onde os secretários de Ensino Superior do Ministério da Educação e de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento comunicavam a disposição em concluir as negociações, em prazo razoável, a ser acordado em reunião agendada para 7 de junho. A federação, no entanto, desconsiderou o ofício e anunciou a instauração da greve.
Os procuradores federais destacam na ação que o movimento é ilegal e abusivo, pois não haviam terminado as negociações com a Fasubra. De acordo com o artigo nº 3 da Lei nº 7.783/89, para haver a greve, é preciso que se esgotem todas as tentativas de acordo, caso contrário, constituiu abuso do direito de greve. Nesse sentido, também é a Orientação Jurisprudencial nº 11 do Tribunal Superior do Trabalho que considera imprescindível "a tentativa direta e pacífica da solução do conflito".
"Em especial os servidores públicos, que prestam serviços a toda a coletividade, deveriam buscar o atendimento de suas reivindicações, previamente, por via de negociação administrativa ou política, mas nunca uma atitude tão impulsiva e prejudicial", diz a peça.
Prejuízos
A PGF ainda argumenta na ação que a continuidade da greve pode causar prejuízos ao desenvolvimento econômico e social do país. "Atualmente, cerca de 80% das pesquisas nacionais são desenvolvidas nas Universidades Federais, projetando o Brasil em âmbito internacional e contribuindo para o processo de desenvolvimento da Ciência e Tecnologia".
Para funcionar plenamente, as universidades precisam dos três atores: professores, estudantes e servidores técnico-administrativos. Todos são fundamentais. Com a paralização inúmeras atividades de pesquisa e experimentação são perdidas e não poderão ser compensadas, assim como atendimentos médicos e até mesmo refeições deixam de ser servidas.
A ação cita ainda outros transtornos, como a paralisação na emissão de diplomas, no funcionamento de bibliotecas, a não realização de matrículas, a precarização do atendimento nos hospitais veterinários e nos hospitais de ensino.
"Os seguintes órgãos, instrumentos e serviços ficam precários, ou em alguns casos, completamente inativos, quais sejam: restaurantes universitários, bibliotecas, laboratórios, fazendas universitárias, herbários, biotérios, garagens, rádios e TV´s universitárias, segurança, serviços de manutenção e reparos, atendimentos de eventos de cunho científico, cultural, esportivo e acadêmico, bem como todo o processo de compras e licitações realizadas pela Universidade, comprometendo a tempestiva e eficiente execução orçamentária, e impossibilitando o adequado funcionamento da Universidade", observa a AGU na ação protocolada na Justiça Federal de Brasília.
Ref.: Petição 8.634 - STJ
Patrícia Gripp
Números da greve
Categoria Reajuste
Ministros 148.63%
Presidenta 133.96%
Deputados /Senadores 61.83%
Salário Mínimo 6.86%
Aposentados INSS 6.41%
Técnicos (em greve) 0.0%
Presidenta 133.96%
Deputados /Senadores 61.83%
Salário Mínimo 6.86%
Aposentados INSS 6.41%
Técnicos (em greve) 0.0%
34 universidades federais estão oficialmente em greve
fontes: IGs da Fasubra
Sindicatos filiados à Fasubra repudiam coordenadores da Federação
Dadas as últimas movimentações de alguns coordenadores da Fasubra, norteados unicamente pelas suas convicções pessoais, e ignorando o desejo dos técnicos filiados à federação (chamados de bases), algumas entidades sindicais demonstraram publicamente sua insatisfação:
"(...) A categoria da UFTM declara: Repudiar publicamente o desrespeito dos diretores nacionais da FASUBRA que atuam no bloco da CUT e no bloco da CTB, em razão de os mesmos terem virado as costas para a decisão LIVRE E SOBERANA da maioria das bases e por terem orientado a suspensão da greve nas suas bases de atuação. Que as bases estão muito acimade qualquer indicativo de suspensão de greve oriundo do Comando Nacional de Greve (CNG), porque não existe CNG sem que existam as BASES. Portanto, a decisão final sempre caberá às bases e nunca ao CNG, pois o contrário é a subversão de todos os princípios mais elementares da federação, caracterizando, tal prática, traição à maioria da categoria. (...)SINTMED
(...) As bases da categoria e as entidades filiadas à FASUBRA não aceitam dirigentes que furam a greve nacional e ajudam o governo a tentar derrotar os trabalhadores grevistas. Vale mencionar que uma das atribuições da Direção Nacional (Artigo 44) é levar à prática as decisões aprovadas nas instâncias superiores da federação. Comando Local de Greve da UFV. (...) "ASAV – UFV
Outros sindicatos que demonstraram insatisfação com a direção da Fasubra: SINTEST-RN e SINTUR-RJ.
Leia na íntegra no site da Fasubra.
Greve continua sendo notícia apenas em mídia regional.
A grande mídia não tem noticiado a paralisação dos técnicos-administrativos em educação.
Vejamos até quando.
Vejamos até quando.
"De acordo com o Sinditest, o segundo semestre de 2011 pode ser prejudicado na UFPR, já que o atraso no trabalho deve afetar todo o planejamento da universidade. As rematrículas, que deveriam ser realizadas até a semana passada, estão suspensas enquanto a greve não terminar.
A Reitoria da UFPR entregou uma carta aos grevistas dizendo que “o retorno às conversações é vital para a retomada do processo de negociação”. O documento também deixou claro que a prioridade da instituição é um entendimento da pauta nacional, que engloba a mobilização de diversas universidades do país.
Para os servidores, a carta não apresentava resoluções concretas, assim como a reunião com o reitor realizada na última segunda-feira (11), e por isso eles decidiram seguir com a paralisação na última quinta-feira (14).
A categoria fará assembleias na terça-feira (19) e na quinta-feira (21) para discutir a carta da Reitoria e os rumos da paralisação."
Fonte: Gazeta do Povo
Coletânea de notícias online sobre a greve
Veja a repercursão nacional sobre a greve. Seguem alguns links obtidos no Google
Esse mesmo texto aparece em vários sites/blogs, por isso é difícil saber quem é o "dono".
Podem atualizar esse número, afinal sabemos de bastidores que três universidades voltaram à labuta.
O salário inicial do menor cargo na tabela de vencimentos corresponde, sim, à R$1.034.
Em seguida, cada sindicato reuniu sua base, e a base decidiu por manter a greve. A Federação representa a base, não é coerente ir contra a decisão da maioria.
Adorei essa matéria, apesar de (pasme) não saber que Cefet do Brasil foi esse.
Por isso que é imprescidível manter a lei que obriga curso superior de Jornalismo para ser repórter.
"A federação terá reunião com setores da educação federal, Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe) e o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) para discutir como serão os próximos atos, marcados previamente para os próximos dias 21 e 28. Será organizada ainda uma marcha da educação na primeira quinzena de agosto." O Globo
"A greve tem a adesão de servidores de 50 instituições federais, segundo o comando nacional de greve da Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Brasileiras (Fasubra)." Terra.com.br
"Brasília – Os técnicos administrativos de universidades federais decidiram manter a greve por tempo indeterminado em assembleia feita nessa quarta-feira, 13. Apesar de não ter ligação direta com a sala de aula, a paralisação, iniciada em 6 de junho, prejudica os estudantes e pode atrapalhar o calendário universitário, principalmente as matrículas para o segundo semestre deste ano." PortalCTMatrículas para segundo semestre estão acontecendo na UTFPR Campus Francisco Beltrão com a participação dos Assessores da Direção, Diretores de Área, e Diretor Geral.
"O movimento pede que o piso da categoria seja reajustado em pelo menos três salários mínimos e a abertura imediata de concursos públicos para a substituição dos funcionários terceirizados. De acordo com a Fasubra, os servidores recebem R$ 1.034. A federação participou de reuniões com ministro da Educação, Fernando Haddad e com representantes do Ministério do Planejamento." Jornal D24
"Em Curitiba, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Terceiro Grau Público de Curitiba, Região Metropolitana e Litoral do Paraná (Sinditest) faz nova assembleia nesta quinta-feira (14), às 10h, no Restaurante Universitário, para decidir os rumos da greve no Estado. Segundo o presidente do Sinditest, Wilson Messias, 80% dos servidores técnico-administrativos da Universidade Federal do Paraná (UFPR) estão parados. De acordo com Messias, na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), aderiram à greve 100% dos servidores em Francisco Beltrão, 80% em Toledo, 50% em Medianeira, 30% em Campo Mourão, 40% em Apucarana, mais de 50% em Dois Vizinhos e 15% em Curitiba." O Estado do ParanáNúmeros realmente são um problema. O fato é que não há um controle efetivo e um monitoramento de quem efetivamente está em greve e quem não está. Em francisco Beltrão, afirmo: não somos e nunca fomos 100%. Em Toledo, afirmo: 100% dos servidores que estão no campus estão paralisados.
"Agora a FASUBRA vem publicar em seu site que ela "DECIDIU", me desculpem àqueles que discordam da minha opnião, mas, isto me parece discurso político para fins de proveito próprio de algum "cacique" lá de cima. Pois se as bases não houvessem se mobilizado, teríamos ido na onda da FASUBRA de dar "férias à greve" - Parar agora (dia 14) e retornar a greve em agosto se a negociação não houvesse avançado, esta era a ideia da FASUBRA. Agora eles vem dizer que DECIDIRAM??? Há... paciência...Nem poderia ser diferente. A direção, na sua opinião, indicou a suspensão da greve. Se não me engano, a direção da Fasubra é composta por três pessoas.Na verdade , a FASUBRA ficou de mãos atadas e não teria outra opção a não ser aprovar a continuação da GREVE." Blog do Ronilson
Em seguida, cada sindicato reuniu sua base, e a base decidiu por manter a greve. A Federação representa a base, não é coerente ir contra a decisão da maioria.
"Técnicos administrativos do Cefet voltam às atividades
Após mais de um mês de paralisação e operações tartaruga os técnico-administrativos em educação da base do Sindifes (Sindicato dos Trabalhadores nas Instituições Federais de Ensino), em assembleia realizada na última terça-feira (12) decidiram pela suspensão da greve nacional a partir de hoje (14). A categoria optou pelo fim da paralisação devido a um documento enviado pelo governo garantindo negociações." G37.com.br
Adorei essa matéria, apesar de (pasme) não saber que Cefet do Brasil foi esse.
Por isso que é imprescidível manter a lei que obriga curso superior de Jornalismo para ser repórter.
Só se o repórter que assinou a matéria for um desorientado, porque essa não é a orientação da Fasubra."Os servidores técnicos administrativos do campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) retomam ao trabalho hoje. A suspensão da greve, que dura mais de um mês, segue orientação do comando nacional, da Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras (Fasubra). Ao todo, são 60 funcionários que realizaram manifesto pelas ruas do campus sinopense, onde estudam mais de dois mil acadêmicos, em oito cursos." SóNotícias - Sinop
Blog Greve na UTFPR ultrapassa 5 mil visualizações de página
Sem completar dois meses de história, este blog já ultrapassa os 5 mil pageviews.
Curiosamente, a maioria das visualizações de páginas ocorreram imediatamente antes dos eventos presidenciais, que ocorreram na cidade de Francisco Beltrão.
Histórico de todas as visualizações de página
5.727
"Número de acessos ou pageviews é o número de vezes que uma página da internet é visualizada em algum navegador. É um dos instrumentos mais importantes que os eMarketeers utilizam para medir a audiência de um site ou portal."Fonte: wikipedia.
Grevistas do campus Toledo na RIC TV
Greve dos técnicos administrativos do campus Toledo na mídia
Pelo segundo dia consecutivo, grevistas de Toledo são notícia em mídia local.
Greve persiste e afeta serviços administrativos da UTFPR
Todos os técnicos administrativos que estão no campus aderiram à paralisação |
Os servidores técnico-administrativos da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), campus Toledo aderiram à greve das universidades federais nesta sexta-feira (8). Mais de 70% do grupo estão de braços cruzados. O restante está em férias ou em licença. Na quinta-feira (7) a direção do campus foi comunicada da decisão e recebeu o documento com as reivindicações. Ontem os grevistas realizaram panfletagem em frente ao campus.Apenas alguns serviços é que serão prestados no período da paralisação, como os processos seletivos que estão em andamento. Na manhã de ontem, candidatos às vagas de professores temporários realizaram as provas. O concurso público para professores efetivos mantém a data estabelecida, para o fim deste mês. Além disso, o pregão que prevê a contratação de serviços de manutenção do campus também continua.Mas o horário para as matrículas para os calouros sofrerá uma redução. A secretaria estará aberta das 9h as 11h, o que pode dificultar a organização de muitos alunos, principalmente os que vêm de outras cidades e Estados. A renovação da matrícula para os acadêmicos é um assunto ainda não discutido pelo comando da greve. “Não sabemos se as datas irão se manter”, comenta uma servidora.O almoxarifado estará fornecendo apenas materiais de higiene. Papelaria e outros não poderão ser retirados. “Talvez agora esta paralisação não gere tantos transtornos para alunos e professores, já que começamos um período de férias”, afirma um dos manifestantes.REIVINDICAÇÕES – Algumas unidades da UTFPR estão em greve desde o dia 20 de junho. Estão para aderirem à greve o campus de Londrina e Apucarana.De acordo com o comando geral da greve, o receio dos servidores públicos é de que o governo chegue ao dia 31 de agosto sem incluir na Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2012 o aporte de recursos suficientes para atender às reivindicações salariais. Nesse prazo, o governo encaminha o projeto de lei do orçamento para o Congresso Nacional, onde poderão ser acrescidas emendas aditivas de recursos.Os servidores da UTFPR solicitam a jornada de 30 horas semanais para todos os trabalhadores; cumprimento imediato do Mandado de Injunção da Aposentadoria Especial; regulamentação pelo Conselho Universitário da UTFPR do adicional de insalubridade, periculosidade e outros; paridade nas eleições de reitor e diretor de campus; paridade nos Conselhos da UTFPR; aprovação de uma política de recursos humanos pelo Conselho Universitário.
Link para acesso: Jornal do Oeste
UTFPR - Campus Toledo adere à Greve
Em assembléia realizada dia 07/07/2011, os técnicos administrativos do Campus Toledo presentes decidiram por unanimidade aderir a greve deflagrada nacionalmente, no dia 15 de junho. A partir das 9:00 da manhã do dia 8 de julho, iniciaram-se as atividades grevistas que inclui panfletagem e conscientização da importância do movimento, divulgação na midia local e busca de apoio com outros movimentos sindicais (SERTOLEDO), bem como demais atos relacionados a greve a serem decididos pelo comando de greve em momento oportuno.
Movimento é notícia de primeira página em Jornal regional
"Faixa estampada ontem na rua Tenente Camargo, próximo ao ginásio Arrudão.
Técnicos-administrativos de vários campi da UTFPR estavam programando um protesto durante a visita da presidente Dilma Rousseff."
Além de materia de capa, o Comando Local de Greve aparece dialogando com a Assessoria Presidencial.
"Depois de duas reuniões, grevistas beltronenses conseguiram reabrir as negociações com o poder público"
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