Publicação de salários na internet

Dilma abre guerra ao mandar divulgar salários

A decisão da presidente Dilma Rousseff de mandar publicar na internet os salários, com todos os penduricalhos, dos ocupantes de cargos públicos no Executivo desencadeou uma reação dos sindicatos de servidores, que foi reforçada pela resistência da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e entidades do Judiciário, e vai acabar em uma batalha judicial.
Com isso, a Lei de Acesso, criada com o objetivo de tornar a gestão pública mais transparente e eliminar as resistências à divulgação de dados oficiais, pode virar objeto de disputa entre Poderes. Servidores federais ameaçam ir à Justiça contra a divulgação de salários, auxílios, ajudas de custo, jetons e "quaisquer vantagens pecuniárias," de maneira individualizada, dos ocupantes de cargos públicos.
Válido para o Executivo federal, o decreto publicado nesta quinta no Diário Oficial da União deve constranger os Poderes Judiciário e Legislativo de todo País - e vai na contramão da postura do Senado Federal, que decidiu que os vencimentos dos funcionários são informação protegida.
Em cerimônia realizada no Palácio do Planalto na última quarta-feira, a presidente disse que a transparência funciona como inibidor eficiente de "todos os maus usos do dinheiro público". "Fiscalização, controle e avaliação são a base de uma ação pública ética e honesta", afirmou Dilma, que já perdeu sete ministros por conta de denúncias.
Para o secretário-geral da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), Josemilton Maurício da Costa, a divulgação de salários expõe a intimidade do servidor.
"Transparência tem limite. O servidor já declara o seu imposto de renda, vai ter exposto o contracheque pra todo mundo ver? É no mínimo quebra de sigilo, é um desrespeito à intimidade do servidor e abre espaço para tudo que é mazela, sequestro relâmpago, má-fé", criticou Costa, que não quis informar seu salário.
"A presidente Dilma tem de se preocupar é com quem pratica a dilapidação do patrimônio público e acumula rendas ilícitas. Hoje o governo Dilma virou balcão de negócios, esses (os servidores comissionados) é que têm de ter sua renda exposta." Na avaliação do secretário-geral do Sindicato dos Servidores Públicos Federais no DF (Sindsep-DF), Oton Pereira, a divulgação individualizada é "invasão de privacidade".
"A corrupção e os desvios públicos não se dão no contracheque do servidor. Se dão nas negociatas, convênios, nas terceirizações, nas negociatas dos gabinetes ministeriais. É desviar a atenção do foco principal", condena. "Os servidores conhecem muito bem os salários de todo mundo. É invasão de privacidade." Questionado pelo jornal O Estado de S. Paulo, o secretário-geral disse que ganha mensalmente R$ 5.650 brutos. Sindsep e Condsef já estão consultando suas assessorias para ir à Justiça e reverter a decisão da presidente, caso o Planalto não volte atrás.

Fonte: O Estado de São Paulo

Greve dos docentes



Em entrevista a TV Beltrão no dia 16/05, o Professor Guillermo Caprario fala sobre as negociações do sindicato dos docentes com o governo e a deflagração da greve.


Já a servidora Fabiana Rechembach comenta sobre a possível greve dos técnicos-administrativos, lembrando que a greve foi suspensa no ano de 2011 após mais de 100 dias de paralisação e nenhum acordo com o governo federal.

Perguntas que não querem calar

·         Quando teremos aumento?
Resposta: Não sabemos.

·         Se decidirmos entrar em greve o governo atenderá nossas reivindicações?
Resposta: Esperamos que sim.

·         Quando estivermos em greve, notícias sobre o movimento paredista serão veiculadas na imprensa nacional?
Resposta: Se a imprensa for séria e não tiver interesses obscuros, talvez.

·         Quando o governo resolverá cumprir o que nos assegura a constituição?
Resposta: quando ele parar de criar leis, medidas provisórias, decretos e portarias, as quais vão de encontro ao que nos é garantido na constituição e ainda causam sensação de incerteza.

·         Quando os técnicos vão realmente mostrar a força que têm?
Resposta: quando percebermos que, sem TODOS nós, a universidade vai parar.

·         Se entrarmos em greve, alguém fará nosso trabalho para que o governo não perceba que estamos em greve?
Resposta: Esperamos que não. Esperamos que sem energia, papel higiênico, produtos de limpeza, pagamentos no setor financeiro, acesso à internet, biblioteca, matrículas, enfim o básico do básico o governo perceba que somos importantes e que nosso salário não condiz com a realidade.

NOTA OFICIAL DO MEC

Ministério da Educação divulga nota oficial sobre greve dos professores
O Ministério da Educação divulgou nesta quinta-feira (17) nota oficial do ministro da
Educação, Aloizio Mercadante, com posicionamento a respeito da greve dos professores das universidades federais, iniciada hoje. Confira os esclarecimentos a seguir.

"1.     Em agosto do ano passado, o Ministério da Educação negociou com as entidades
sindicais ligadas ao ensino superior, a proposição de um reajuste salarial de 4%, a
partir de março de 2012. Encaminhou Projeto de Lei para o Congresso. Entendendo as
dificuldades de tramitação no Legislativo, o ministro Aloizio Mercadante interferiu
diretamente com a Presidência da República no sentido de retirar o PL e transformá-lo em
Medida Provisória, assinada no último dia 11, assegurando desta forma os termos da
negociação e a aplicação do reajuste retroativo ao mês de março passado, além das
gratificações específicas do magistério superior (Gemas) e de atividade docente do ensino
básico, técnico e tecnológico (Gedbt).

2.     Com relação ao plano de carreira, a negociação prevê sua aplicação em 2013. Os
recursos devem ser definidos na LDO até agosto deste ano, o que significa que temos
tempo. As negociações entre o Ministério do Planejamento e as representações sindicais
seguem abertas.

3.     O Ministério da Educação tem se revelado sensível às reivindicações das categorias
e, inclusive, o ministro tem recebido sistematicamente as representações sindicais. De
tal sorte que, com a perda do negociador do Ministério do Planejamento, Duvanier de
Paiva, o que atrasou o cronograma, o MEC solicitou prioridade na retomada das
negociações, no que foi atendido.

4.     O Ministério da Educação reafirma sua confiança no diálogo e no zelo pelo regime
de normalidade das atividades dos câmpus universitários federais."

Retomando de 2011: Histórico das falsas negociações Governo x Fasubra


Matéria Publicada no Jornal de Greve, FASUBRA 2011.

No acordo da greve em 2007, ficaram pendentes alguns pontos para negociação no período pós-greve com reuniões previstas logo depois da assinatura do acordo. Ficaram pendentes a racionalização dos cargos, a mudança dos percentuais e da estrutura do incentivo à qualificação e reajuste dos benefícios, conforme resultado dos estudos do GT-Benefícios, instituído no âmbito do MEC. Ficou pendente, também o aperfeiçoamento da carreira.

A FASUBRA foi às reuniões previstas e lá apresentou e discutiu toda a pauta, atuando em duas frentes: a mesa aberta no Ministério do Planejamento e na Comissão Nacional de Supervisão da Carreira, no Ministério da Educação. Diversas reuniões ocorreram durante três anos, até que em outubro de 2010 o governo deu sua resposta: não tinha condições de fechar acordo, pois estava terminando o governo. Por outro lado, o governo faria todo o memorial das negociações para o próximo governo, e afirmou que o novo governo teria um prazo até abril para propor alterações no orçamento, por tratar-se de novo governo, sendo o período de janeiro até abril propício para fechar negociação.

Retomamos as reuniões em 2011.
Acertamos uma agenda de três reuniões com o governo para discutir a pauta. A primeira reunião foi adiada acumulando discussão para a segunda, realizada em 24 de maio, com os t e m a s : racionalização, Anexo IV, reposicionamento dos aposentados e VBC. Nessa reunião o governo tratou a FASUBRA com total descaso, sem apresentar uma proposta, e problematizando o que apresentamos, da mesma forma que fez nos quatro anos anteriores. Essa postura levou a Direção da FASUBRA a tirar uma posição unânime de exigir do governo repostas efetivas à pauta na próxima e última reunião, ou defenderíamos a greve na plenária marcada para o dia 6 de junho. Nessa reunião, na qual estava prevista a discussão de benefícios e ações judiciais, o governo, através do secretário de Recursos Humanos do MPOG, Duvanier Paiva, transformou a reunião em uma discussão sobre a questão da greve. O secretário, então, remarcou a discussão sobre benefícios para o dia 7 de junho e garantiu que, com ou sem greve, a reunião ocorreria, reafirmando que o governo sempre se dispôs a negociar com ou sem greve. O Ministro da Educação chamou a FASUBRA para reunião no dia da plenária e apresentou documento sugerindo que suspendêssemos o indicativo de greve, sem apresentar nenhuma proposta concreta. A greve foi deflagrada e o governo rompeu com sua palavra, não recebendo os trabalhadores no dia 7, mantendo-se até hoje na intransigência de não receber os trabalhadores.

Sem previsão de reajuste para 2012

O Jornal Eletrônico Na hora Online publicou matéria com o secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça,  na qual o mesmo informa que "a MP 568 encerra os reajustes salariais aos servidores este ano."

O Secretário, informa ainda, que "para 2013, há conversas com diversas carreiras, mas ainda não há nada fechado. Qualquer aumento, para ser pago, precisa constar do Orçamento, cuja proposta será enviada ao Congresso até o dia 31 de agosto."

Acesse na íntegra a notícia publicada no site JUSBRASIL.

Sinasefe e Fasubra definem negociação conjunta

Fasubra vai pra mesa conjunta, focando no reajuste emergencial no salário base.
Técnicos Administrativos em Educação (TAEs) das Universidades Federais aguardam contra-proposta do Governo, que tem evitado atender a categoria desde 2008! Data limite é 31 de Maio.

Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica

Docentes do Câmpus FB aderem à Greve Nacional

Em Assembleia realizada hoje (16) às 15h30 na sala G103, os professores da UTFPR Câmpus Francisco Beltrão aderiam à Greve Nacional.


(Atualizado às 21h10)

Comissão de implantação das 30 horas


A comissão responsável pela apresentação de proposta de viabilidade de implantação do Decreto Nº 4.836/2003 (30 Horas) na UTFPR, divulgou no dia 14 de maio Relatório Parcial do trabalho desta.

Com a leitura do relatório é possível ter ciência do trabalho da comissão até a data da sua publicação, bem como, levantamento das dúvidas dos servidores e outros assuntos tratados.

Desmascarando o aumento salarial e a MP 568

Autor: 
O Diário Oficial de hoje trouxe a medida provisória 568, que foi anunciada pelo Planalto como "Governo concede aumento salarial a 1 milhão de servidores". O texto da MP ao longo das 55 páginas traz uma séria de mudanças aparentemente inócuas no texto das leis de dezenas de carreiras do serviço público federal, uma mudança no Regime Jurídico Único da lei 8112 e várias tabelas de remuneração.
Por trás dessa MP "benigna" esconde-se na verdade o texto do famigerado PL 2203/2010, que ganhou infâmia ao longo de sua tramitação no congresso ao tentar acabar com o adicional de  insalubridade previsto na lei 8112.
Seção XXIV
Dos Adicionais de Insalubridade e de Periculosidade
Art. 86. A Lei nº 8.112, de 1990 passa a vigorar com as seguintes alterações:
"Art. 68. Os servidores que trabalhem com habitualidade em locais insalubres, perigosos ou em
contato permanente com substâncias tóxicas, radioativas, ou com risco de vida, fazem jus a um
adicional, conforme os valores abaixo:
I - grau de exposição mínimo de insalubridade: R$ 100,00;
II - grau de exposição médio de insalubridade: R$ 180,00;
III - grau de exposição máximo de insalubridade: R$ 260,00; e
IV - periculosidade: R$ 180,00.
..............................................................................................." (NR)


Compare-se o texto da MP com o original da lei 8112:
Art. 68.  Os servidores que trabalhem com habitualidade em locais insalubres ou em contato permanente com substâncias tóxicas, radioativas ou com risco de vida, fazem jus a um adicional sobre o vencimento do cargo efetivo.
        § 1o  O servidor que fizer jus aos adicionais de insalubridade e de periculosidade deverá optar por um deles.
        § 2o  O direito ao adicional de insalubridade ou periculosidade cessa com a eliminação das condições ou dos riscos que deram causa a sua concessão.
E percebe-se o efeito da MP: transformar os adicionais de insalubridade e periculosidade, hoje pagos como percentagem do vencimento básico, em valores fixos e sem previsão de reajuste. Se considerarmos que o maior grupo atingido pela medida, profissionais de saúde nas áreas de enfermagem e medicina tem vencimentos básicos entre 1500 e  5500 reais, percebe-se que a MP reduz a remuneração efetiva dos profissionais em até 9%.
O caratér maquiavélico da medida transparece no artigo seguinte da MP:
Art. 87. Caso o disposto nesta seção acarrete redução do valor global da remuneração total de servidor ativo que, na data de entrada em vigor desta Lei, vinha recebendo adicional de insalubridade ou de periculosidade, a diferença será paga a título de vantagem pessoal nominalmente identificada de, conforme o caso, adicional de insalubridade ou de periculosidade, de natureza provisória, que será gradativamente absorvida por ocasião do desenvolvimento no cargo por progressão ou promoção ordinária ou extraordinária, da reorganização ou da reestruturação dos cargos ou das remunerações previstas nesta Lei, da concessão de reajuste ou vantagem de qualquer natureza, sem prejuízo da supressão imediata na hipótese do art. 68, § 2º, da Lei no8.112, de 1990.

Como a CF proíbe a redução nominal dos proventos, a MP ao tornar o adicional de insalubridade em valor fixo em lugar de percentagem dos vencimentos acaba anulando os efeitos financeiros dos futuros aumentos salariais, progressões, promoções e reajustes. O propagandeado aumento salarial na verdade tenta bloquear e anular aumentos nominais de remuneração de categorias que recebem insalubridade e periculosidade.
Atençào também deve ser dada as dezenas de páginas com as modificações "inócuas" dos textos das leis das carreiras envolvidas. Praticamente nenhuma carreira que hoje recebe gratificação de desempenho escapou das "novas redações". Como exemplo cito a carreira de Perito Médico Previdenciário:
REDAÇÃO ANTIGA:
Art. 38.  Fica instituída a Gratificação de Desempenho de Atividade de Perícia Médica Previdenciária - GDAPMP, devida aos titulares dos cargos de provimento efetivo da Carreira de Perito Médico Previdenciário e da Carreira de Supervisor Médico-Pericial, em função do desempenho individual do servidor e do alcance de metas de desempenho institucional.
NOVA REDAÇÃO:

"Art. 38. Fica instituída a Gratificação de Desempenho de Atividade de Perícia Médica Previdenciária - GDAPMP, devida aos titulares dos cargos de provimento efetivo da Carreira de Perito Médico Previdenciário e da Carreira de Supervisor Médico-Pericial, quando em efetivo exercício nas atividades inerentes às atribuições do respectivo cargo no Ministério da Previdência Social ou no INSS, em função do desempenho individual do servidor e do alcance de metas de desempenho institucional.

Mudanças similares ocorreram nas demais carreiras atingidas pela MP, quer tenham recebido aumento, quer não. O acréscimo do texto "...em efetivo exercício..." é mais um capítulo na guerra judicial travada entre servidores e governo desde a criação dos penduricalhos do contracheque. O governo insiste em recolher contribuição previdenciária sobre as gratificações, mas se recusa a inseri-las no cálculo da aposentadoria, inclusive dos servidores que entraram no serviço público antes de 2003 e fazem jus a integralidade. Após sucessivas derrotas no tribunais, os quais vinham salomonicamente aplicando o príncipio "recolheu contribuição previdenciária sobre uma parcela na ativa, esta parcela deve ser incluída no cálculo da aposentadoria", o governo adota nova estratégia modificando sutilmente a lei. Naturalmente o destino desta tentativa é nova derrota judicial, mas se a MP 568 não for derrubada no Congresso os aposentavéis terão que retornar aos tribunais, mesmo naquelas carreiras que já conquistaram judicialmente a incorporação das gratificações a aposentadoria.
Finalmente a MP é propagandeada como "novo aumento dos servidores" quando na verdade é apenas o texto do PL 2203/2010, que continha os acordos salariais negociados ao longo de 2010 para as categorias "beneficiadas". Alguns desse acordos previam aumentos já a partir de março de 2012, mas o PL 2203 empacou no congresso desde 2010, graças as dificuldades de convencer os parlamentares a endossar um plano tão controverso. A MP "salvadora" está sendo vendida a imprensa como necessidade para fazer entrar em efeitos os aumentos dos servidores da universidades federais, mas se isso fosse toda a verdade, a Presidenta Dilma poderia simplesmente ter criado uma MP contendo apenas e especificamente os aumentos salariais, sem necessidade de tentar forçar via Medida Provisória matérias polêmicas em debate no Congresso há 20 meses. 
A MP 568:
-é mais uma batalha na guerra Constitucional pela incorporação das gratificações as aposentadorias
-acaba na prática com os adicionais de periculosidade e insalubridade
-traveste de aumento salarial as impopulares medidas acima
Sua assinatura antes do Dia das Mães diz muito sobre o amor da Presidenta a seus filhos servidores.

Universidades federais confirmam greve a partir de quinta-feira

Notícia publicada no site da GAZETA DO POVO no dia 14/05/2012:

Professores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) confirmaram em assembleias realizadas nesta segunda-feira a deflagração de greve por tempo indeterminado a partir do dia 17 de maio. A medida provisória que reajusta em 4% o salário dos professores da rede federal, publicada nesta segunda-feira pelo Diário Oficial da União, não foi suficiente para obstruir a ação do movimento.

Segundo o presidente da Associação dos Professores da UFPR (Apufpr), Luis Allan Künzle, a iniciativa da presidente Dilma de substituir o projeto de lei por uma medida provisória deixou a categoria ainda mais revoltada. “Foi uma desrespeitosa manobra para desmontar a greve. O governo não possibilita negociação e acha que vai nos desmobolizar por 4%”.



O reajuste estava previsto no acordo feito entre a categoria e o governo federal em 2011 para encerrar a última greve, no mês de agosto. As entidades representativas alegam que, além do aumento, outros tópicos previstos no acordo, como a reformulação da carreira docente, não foram cumpridos pelo Ministério da Educação.

Künzle informou que na quinta-feira está prevista uma aula pública, no pátio da Reitoria, na qual serão expostas as reivindicações da associação e as dificuldades de negociação com o governo.

UTFPR

Os professores da UTFPR optaram pela manutenção de uma assembleia geral permanente, que vai analisar os avanços do movimento enquanto a greve durar. O primeiro encontro da assembleia após a interrupção das aulas deve ocorrer no dia 24 de maio.

De acordo com Ivo Pereira de Queirós, presidente da Seção Sindical dos Docentes da UTFPR (Sindtuf-PR), espera-se a participação de todos os campus no movimento grevista, mas a adesão dos professores no interior ainda é incerta.

Paralisação Nacional 03 de abril 2024

 

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