Transporte coletivo no Câmpus Francisco Beltrão

Transporte coletivo, uma das reivindicações de pauta local dos Técnicos Admistrativos do Câmpus Francisco Beltrão da UTFPR, é notícia no Jornal de Beltrão.

Com professores em greve, transporte coletivo não chega ao campus da UTFPR

Alexandre Baggio
Publicado em: 31/05/2012 - 11:52 | Atualizado em: 31/05/2012 - 13:46
Funcionários do campus da UTFPR de Francisco Beltrão estão enfrentando um problema em virtude da greve dos professores: os ônibus de transporte coletivo, administrados pela Trans Scheid, não estão mais indo até a universidade, que fica na Linha Santa Bárbara. A empresa alega que não tem demanda para manter os veículos rodando e afirma que houve uma conversa com os diretores da instituição antes do cancelamento.
Depois da greve, que iniciou dia 17, os ônibus rodaram por uma semana, parando na última terça-feira, 29. Nos dias em que as aulas não foram realizadas, durante todo o dia, a linha chegou a ter apenas 30 passageiros. A empresa ainda informou que vai manter os ônibus rodando na segunda-feira em virtude de um pedido da UTFPR, já que é o dia em que muitos bolsistas precisam ir para a instituição. Os funcionários afirmam que cerca de 10 pessoas utilizam o transporte coletivo para ir até a instituição diariamente e estão tendo que buscar outras alternativas.
"Fomos pegos de surpresa com essa decisão da empresa. Muitos servidores estavam no terminal quando descobriram que não ia ter a linha e tiveram que vir de táxi para trabalhar", conta Fabiana Eichembach, servidora da UTFPR. Ela diz ainda que alunos que trabalham em projetos de iniciação científica também estão precisando se deslocar até a instituição. "Muitos não têm carro e estão tendo dificuldades para vir."
Outra reclamação é que, durante as aulas, os ônibus trafegam superlotados. "Quando tem aula está superlotado. Agora, que temos a greve, não temos o transporte."

Leia a matéria na íntegra no site do JORNAL DE BELTRÃO

Conovação para Assembleia Geral do Câmpus Francisco Beltrão

CONVOCAÇÃO
A SINUTEF, através da Delegada Sindical do Câmpus Francisco Beltrão, convoca todos os Técnicos Administrativos para Assembleia Geral a realizar-se no dia 31 de maio de 2012 às 14h, no Anfiteatro do Câmpus.
Pauta:
·        Votação de data para deflagração de greve;
·        Discussão e análise do relatório e do questionário da comissão de 30h;
·        Elaboração da pauta local;
·        Eleição do vice-delegado



Fábia Cristiane Felippi
Delegada Sindical do Câmpus Francisco Beltrão

Publicação de salários na internet

Dilma abre guerra ao mandar divulgar salários

A decisão da presidente Dilma Rousseff de mandar publicar na internet os salários, com todos os penduricalhos, dos ocupantes de cargos públicos no Executivo desencadeou uma reação dos sindicatos de servidores, que foi reforçada pela resistência da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e entidades do Judiciário, e vai acabar em uma batalha judicial.
Com isso, a Lei de Acesso, criada com o objetivo de tornar a gestão pública mais transparente e eliminar as resistências à divulgação de dados oficiais, pode virar objeto de disputa entre Poderes. Servidores federais ameaçam ir à Justiça contra a divulgação de salários, auxílios, ajudas de custo, jetons e "quaisquer vantagens pecuniárias," de maneira individualizada, dos ocupantes de cargos públicos.
Válido para o Executivo federal, o decreto publicado nesta quinta no Diário Oficial da União deve constranger os Poderes Judiciário e Legislativo de todo País - e vai na contramão da postura do Senado Federal, que decidiu que os vencimentos dos funcionários são informação protegida.
Em cerimônia realizada no Palácio do Planalto na última quarta-feira, a presidente disse que a transparência funciona como inibidor eficiente de "todos os maus usos do dinheiro público". "Fiscalização, controle e avaliação são a base de uma ação pública ética e honesta", afirmou Dilma, que já perdeu sete ministros por conta de denúncias.
Para o secretário-geral da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), Josemilton Maurício da Costa, a divulgação de salários expõe a intimidade do servidor.
"Transparência tem limite. O servidor já declara o seu imposto de renda, vai ter exposto o contracheque pra todo mundo ver? É no mínimo quebra de sigilo, é um desrespeito à intimidade do servidor e abre espaço para tudo que é mazela, sequestro relâmpago, má-fé", criticou Costa, que não quis informar seu salário.
"A presidente Dilma tem de se preocupar é com quem pratica a dilapidação do patrimônio público e acumula rendas ilícitas. Hoje o governo Dilma virou balcão de negócios, esses (os servidores comissionados) é que têm de ter sua renda exposta." Na avaliação do secretário-geral do Sindicato dos Servidores Públicos Federais no DF (Sindsep-DF), Oton Pereira, a divulgação individualizada é "invasão de privacidade".
"A corrupção e os desvios públicos não se dão no contracheque do servidor. Se dão nas negociatas, convênios, nas terceirizações, nas negociatas dos gabinetes ministeriais. É desviar a atenção do foco principal", condena. "Os servidores conhecem muito bem os salários de todo mundo. É invasão de privacidade." Questionado pelo jornal O Estado de S. Paulo, o secretário-geral disse que ganha mensalmente R$ 5.650 brutos. Sindsep e Condsef já estão consultando suas assessorias para ir à Justiça e reverter a decisão da presidente, caso o Planalto não volte atrás.

Fonte: O Estado de São Paulo

Greve dos docentes



Em entrevista a TV Beltrão no dia 16/05, o Professor Guillermo Caprario fala sobre as negociações do sindicato dos docentes com o governo e a deflagração da greve.


Já a servidora Fabiana Rechembach comenta sobre a possível greve dos técnicos-administrativos, lembrando que a greve foi suspensa no ano de 2011 após mais de 100 dias de paralisação e nenhum acordo com o governo federal.

Perguntas que não querem calar

·         Quando teremos aumento?
Resposta: Não sabemos.

·         Se decidirmos entrar em greve o governo atenderá nossas reivindicações?
Resposta: Esperamos que sim.

·         Quando estivermos em greve, notícias sobre o movimento paredista serão veiculadas na imprensa nacional?
Resposta: Se a imprensa for séria e não tiver interesses obscuros, talvez.

·         Quando o governo resolverá cumprir o que nos assegura a constituição?
Resposta: quando ele parar de criar leis, medidas provisórias, decretos e portarias, as quais vão de encontro ao que nos é garantido na constituição e ainda causam sensação de incerteza.

·         Quando os técnicos vão realmente mostrar a força que têm?
Resposta: quando percebermos que, sem TODOS nós, a universidade vai parar.

·         Se entrarmos em greve, alguém fará nosso trabalho para que o governo não perceba que estamos em greve?
Resposta: Esperamos que não. Esperamos que sem energia, papel higiênico, produtos de limpeza, pagamentos no setor financeiro, acesso à internet, biblioteca, matrículas, enfim o básico do básico o governo perceba que somos importantes e que nosso salário não condiz com a realidade.

NOTA OFICIAL DO MEC

Ministério da Educação divulga nota oficial sobre greve dos professores
O Ministério da Educação divulgou nesta quinta-feira (17) nota oficial do ministro da
Educação, Aloizio Mercadante, com posicionamento a respeito da greve dos professores das universidades federais, iniciada hoje. Confira os esclarecimentos a seguir.

"1.     Em agosto do ano passado, o Ministério da Educação negociou com as entidades
sindicais ligadas ao ensino superior, a proposição de um reajuste salarial de 4%, a
partir de março de 2012. Encaminhou Projeto de Lei para o Congresso. Entendendo as
dificuldades de tramitação no Legislativo, o ministro Aloizio Mercadante interferiu
diretamente com a Presidência da República no sentido de retirar o PL e transformá-lo em
Medida Provisória, assinada no último dia 11, assegurando desta forma os termos da
negociação e a aplicação do reajuste retroativo ao mês de março passado, além das
gratificações específicas do magistério superior (Gemas) e de atividade docente do ensino
básico, técnico e tecnológico (Gedbt).

2.     Com relação ao plano de carreira, a negociação prevê sua aplicação em 2013. Os
recursos devem ser definidos na LDO até agosto deste ano, o que significa que temos
tempo. As negociações entre o Ministério do Planejamento e as representações sindicais
seguem abertas.

3.     O Ministério da Educação tem se revelado sensível às reivindicações das categorias
e, inclusive, o ministro tem recebido sistematicamente as representações sindicais. De
tal sorte que, com a perda do negociador do Ministério do Planejamento, Duvanier de
Paiva, o que atrasou o cronograma, o MEC solicitou prioridade na retomada das
negociações, no que foi atendido.

4.     O Ministério da Educação reafirma sua confiança no diálogo e no zelo pelo regime
de normalidade das atividades dos câmpus universitários federais."

Retomando de 2011: Histórico das falsas negociações Governo x Fasubra


Matéria Publicada no Jornal de Greve, FASUBRA 2011.

No acordo da greve em 2007, ficaram pendentes alguns pontos para negociação no período pós-greve com reuniões previstas logo depois da assinatura do acordo. Ficaram pendentes a racionalização dos cargos, a mudança dos percentuais e da estrutura do incentivo à qualificação e reajuste dos benefícios, conforme resultado dos estudos do GT-Benefícios, instituído no âmbito do MEC. Ficou pendente, também o aperfeiçoamento da carreira.

A FASUBRA foi às reuniões previstas e lá apresentou e discutiu toda a pauta, atuando em duas frentes: a mesa aberta no Ministério do Planejamento e na Comissão Nacional de Supervisão da Carreira, no Ministério da Educação. Diversas reuniões ocorreram durante três anos, até que em outubro de 2010 o governo deu sua resposta: não tinha condições de fechar acordo, pois estava terminando o governo. Por outro lado, o governo faria todo o memorial das negociações para o próximo governo, e afirmou que o novo governo teria um prazo até abril para propor alterações no orçamento, por tratar-se de novo governo, sendo o período de janeiro até abril propício para fechar negociação.

Retomamos as reuniões em 2011.
Acertamos uma agenda de três reuniões com o governo para discutir a pauta. A primeira reunião foi adiada acumulando discussão para a segunda, realizada em 24 de maio, com os t e m a s : racionalização, Anexo IV, reposicionamento dos aposentados e VBC. Nessa reunião o governo tratou a FASUBRA com total descaso, sem apresentar uma proposta, e problematizando o que apresentamos, da mesma forma que fez nos quatro anos anteriores. Essa postura levou a Direção da FASUBRA a tirar uma posição unânime de exigir do governo repostas efetivas à pauta na próxima e última reunião, ou defenderíamos a greve na plenária marcada para o dia 6 de junho. Nessa reunião, na qual estava prevista a discussão de benefícios e ações judiciais, o governo, através do secretário de Recursos Humanos do MPOG, Duvanier Paiva, transformou a reunião em uma discussão sobre a questão da greve. O secretário, então, remarcou a discussão sobre benefícios para o dia 7 de junho e garantiu que, com ou sem greve, a reunião ocorreria, reafirmando que o governo sempre se dispôs a negociar com ou sem greve. O Ministro da Educação chamou a FASUBRA para reunião no dia da plenária e apresentou documento sugerindo que suspendêssemos o indicativo de greve, sem apresentar nenhuma proposta concreta. A greve foi deflagrada e o governo rompeu com sua palavra, não recebendo os trabalhadores no dia 7, mantendo-se até hoje na intransigência de não receber os trabalhadores.

Sem previsão de reajuste para 2012

O Jornal Eletrônico Na hora Online publicou matéria com o secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça,  na qual o mesmo informa que "a MP 568 encerra os reajustes salariais aos servidores este ano."

O Secretário, informa ainda, que "para 2013, há conversas com diversas carreiras, mas ainda não há nada fechado. Qualquer aumento, para ser pago, precisa constar do Orçamento, cuja proposta será enviada ao Congresso até o dia 31 de agosto."

Acesse na íntegra a notícia publicada no site JUSBRASIL.

Sinasefe e Fasubra definem negociação conjunta

Fasubra vai pra mesa conjunta, focando no reajuste emergencial no salário base.
Técnicos Administrativos em Educação (TAEs) das Universidades Federais aguardam contra-proposta do Governo, que tem evitado atender a categoria desde 2008! Data limite é 31 de Maio.

Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica

Docentes do Câmpus FB aderem à Greve Nacional

Em Assembleia realizada hoje (16) às 15h30 na sala G103, os professores da UTFPR Câmpus Francisco Beltrão aderiam à Greve Nacional.


(Atualizado às 21h10)

Comissão de implantação das 30 horas


A comissão responsável pela apresentação de proposta de viabilidade de implantação do Decreto Nº 4.836/2003 (30 Horas) na UTFPR, divulgou no dia 14 de maio Relatório Parcial do trabalho desta.

Com a leitura do relatório é possível ter ciência do trabalho da comissão até a data da sua publicação, bem como, levantamento das dúvidas dos servidores e outros assuntos tratados.

Paralisação Nacional 03 de abril 2024

 

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